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| Heath Ledger como Coringa - Foto Divulgação |
Heath Ledger como Coringa - Foto Divulgação Ando mais inclinada em apaixonar-me por vilões. Os mocinhos andam ocupados correndo de fazer...
Os mocinhos perderam a graça
Trocar um abraço carinhoso sempre é um bom motivo para sorrir... e esta é a forma preferida que eu tenho de demonstrar carinho. Eu havia rec...
With a Little Help From a Hug
Pink - Divulgação Hoje eu pensei em escrever um texto para o meu blog, mas o assunto que eu gostaria de dialogar nestas linhas não co...
[Música] Just Give Me A Reason
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| Pink - Divulgação |
Um caso de amor jamais solucionado. Acho que isso resume o que sinto por ele. Tínhamos algo para nos odiar, mas, por alguma estranha razão i...
With a little help from Husband
Quantas vezes na vida temos que dizer adeus? Quantas lágrimas cairão de nossos olhos com as dores de um adeus? Não há remédio, não ...
Quando eu acordar...
Eu lembro da moça bonita da praia de Boa Viagem. Na verdade não é da praia que eu a conheci. Nunca nem ao menos estivemos juntas no litoral....
With a little help from La Belle
Quero outra vez aquele beijo. Aquele dado e moldado, teus lábios nos meus, teus cachos caídos, cobrindo qualquer espaço. Quero outra vez...
Outra vez...
*Publicado originalmente em Bruush, 17/05/2011
E aqui estou... em poucas horas completo mais um ano de vida... Há 23 anos, exatamente no dia 13 de julho de 1990, às 2...
Em crise
Há 23 anos, exatamente no dia 13 de julho de 1990, às 22h20 de uma sexta-feira (sim, sexta-feira 13), Dia Mundial do Rock, eu estava nascendo. E a 'culpada' de tudo isso foi uma heroína que trabalhou até o dia anterior ao meu nascimento. A heroína que caminhou tranquilamente até a maternidade, com a bolsa já estourada, mas despreocupada, pois tinha certeza de que daria tudo certo, com a graça de Deus. E como sempre, ela tinha razão.
1991: aprendendo a falar. Não conhecia minha mãe, mas era mimada por meus avós, tios e primos. Eu calçava um chinelo rosa miúdo, sem graça. Ainda guardam a lembrança dessa época: o velho chinelo.
1992: eu estava deixando minha avó. Ou melhor dizendo, ela nos deixava. Eu era pequena demais para entender o que aquele adeus significava, mas hoje compreendo, em grande escala, tudo o que ela representou para mim.
1994: meu avô nos disse adeus. Pouco me lembro dele, mas guardo muito bem sua imagem sentado na velha cadeira de vime, observando meus primos e eu brincando no quintal. Seus olhos rasos d'água, emocionado por poder ver, ao final da sua vida, frutos de tanto amor.
Em poucas horas completo mais um ano de vida. Sei onde estou e ainda não sei quem eu sou. E, penso eu, jamais saberei...
Sesc Paulista - Agosto de 2013 Fotografia: Bruna Sousa Hoje eu tive um sonho bom. Daqueles que a gente antes sonha...
Bizarrice
Vou contar a vocês a história de uma amiga da qual tenho profunda admiração e carinho. É a Mairiporã apaixonadade Guadalu NÃO, PÉRA! Música ...







