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Todos dizem que sou boa com as palavras. Não sei até que ponto eles estão certos. Quantas vezes tive vontade de te ligar e dizer as coi...



Todos dizem que sou boa com as palavras. Não sei até que ponto eles estão certos. Quantas vezes tive vontade de te ligar e dizer as coisas mais verdadeiras, puras e carregadas de amor, mas nunca encontrei as palavras para decifrar tanto sentimento e expor para ti? Quantas vezes eu disse as palavras erradas, com aquele medo enorme de dizer as certas e errar? Quantas vezes eu... decepcionei você...?

Lembra como as coisas costumavam ser? Era tudo tão simples, tão fácil, tão... perfeito! A gente caminhava juntas, às vezes sem destino, às vezes em direção ao mar, às vezes para encontrar o que completava toda a felicidade que poderíamos gerar e sentir. Era tão fácil...

Eu fazia planos, em minha mente maluca. Imaginava o futuro  de diversas formas, em diferentes situações. Você estava em todas as versões de minha vida sonhada. Você era o sol. Era a lua. Era o mar. Era o ar. Era meu mundo. E ainda é. Sempre será. A diferença é que cresci e não sei mais dizer o que era antes tão fácil. Cresci e desaprendi a demonstrar amor com um abraço. Como aqueles que a gente trocava. 

Talvez a culpa seja da distância. Das incertezas. Dos ciúmes. Dos outros. Minha. 

Então... voltando para a questão inicial... dizem que sou boa com as palavras. Pois bem, esclareço: eu não sou. Disquei seu número cinco vezes, hoje. Não completei a ligação em nenhuma das vezes. Não sabia o que dizer. "Feliz aniversário"? "Parabéns"? "Oi, sou uma cretina, mas... Espero que um dia você possa me perdoar. Eu te amo". 

Talvez seja mais fácil para mim escrever um texto para o blog. E que as pessoas leiam achando que é apenas mais um texto sem significado específico, mais uma ficção. Deixe que elas pensem, pois não é. Talvez algum dia eu deixe de usar essa máscara de vergonha que a internet me emprestou e eu possa te dizer, com as palavras certas, com o abraço certo, que eu amo você. Feliz aniversário!

Queria ficar alheia a esse mundo. Ao seu mundo. Queria não mais me importar se você está bem ou não; queria abrir os olhos e esquecer qu...

Leave me alone
Queria ficar alheia a esse mundo. Ao seu mundo.

Queria não mais me importar se você está bem ou não; queria abrir os olhos e esquecer que um dia e os fechei para pensar em você; queria que nossos sonhos, desejos e planos nunca tivessem sido traçados; queria suspirar sem esse peso no meu coração, que clama cada vez mais alto pelo seu; queria caminhar para cada vez mais longe dos passos teus; queria deixar de sentir, por pelo menos uma única noite, o seu cheiro em mim...




Imagem: reprodução " Vivemos tempos líquidos. Nada é para durar " Zygmunt Bauman  A interação entre homem e máquina ...

Imagem: reprodução

"Vivemos tempos líquidos. Nada é para durar"
Zygmunt Bauman 

A interação entre homem e máquina vem perdendo a distância. Uma linha tênue que diminui cada vez mais as diferenças de um e outro. No livro Cultura da Interface, escrito pelo "Darwin da tecnologia" e uma das personalidade mais influentes da internet (segundo a Newsweek), Steven Johnson, a interface cibernética interfere diretamente no cotidiano do usuário de uma vida moderna, refletindo suas principais características. Com o conceito de modernidade líquida, apresentado por Zygmunt Bauman, filósofo e sociólogo contemporâneo, percebemos que tempo e espaço deixam de ser concretos para se tornarem efêmeros e, como diz Bauman líquidos: uma "revisão de conceitos" da chamada modernidade sólida como de Orwell, em sua obra 1984. Lúcia Santaella utilizou o termo sociedade ubíqua para se referir à comunicação onipresente (que está em todo lugar, à qualquer hora). Neste cenário encontramos um homem, Theodore, em meio a uma intensa e dominante paixão por seu sistema operacional, Samantha.

Theodore, interpretado pelo célebre Joaquim Fênix, o ator perfeito para o papel e que já demonstrou em outros trabalhos seu alto potencial tocante e dramático de mexer com as pessoas, vive um homem que enfrenta as dificuldades de aceitação do término de seu relacionamento, que parecia perfeito. Anteriormente tão alegre e engraçado e, atualmente, mergulhado em agonia depressiva, Theo é adepto às novidades tecnológicas e encanta-se com a mais recente: um sistema operacional capaz de "conversar" e interagir com o usuário, como se fosse uma pessoa. A questão é que o sistema, de tão semelhante aos humanos, pode "transmitir" sentimentos. Sem contar a sensual voz emprestada por Scarlett Johansson.

Como toda relação comum, a de Theodore e Samantha também passa por crises. E então o telespectador, talvez um tanto incrédulo no início do filme, se encontra diante de todo o drama humano e real envolvido e passa a enxergar em Theodore um pouco de sua própria história: a busca em si mesmo de quem se perdeu entre os sentimentos mais puros e verdadeiros: o amor. E, logo em seguida, a sensação de que este mesmo amor só nasceu por uma consequência, uma falta que necessitava ser preenchida, um fato revelado por culpa das circunstâncias. 

Pelo menos este foi o sentimento que me dominou quando os letreiros na tela anunciaram o final do filme e as luzes acesas da até então sala de cinema nos convidavam a  deixar o recinto. Imediatamente, os conceitos apresentados no primeiro parágrafo, e alguns outros que li por aí, criaram em minha mente um círculo de questões aos fatos mais complexos da vida e que podem jamais serem respondidas: qual a nossa possibilidade em amar? qual o nosso limite para o amor?  

Sem mais. 



Enquanto a chuva cai lá fora e toca a sinfonia que a gente ouviu tantas vezes juntos, eu estou no sofá pensando o que eu escreveria, se...



Enquanto a chuva cai lá fora e toca a sinfonia que a gente ouviu tantas vezes juntos, eu estou no sofá pensando o que eu escreveria, se tivesse que me despedir. Escrevi algumas palavras e apaguei. Escrevi novamente e apaguei de novo. Não sei o que dizer. Apenas obrigado.

Você não acredita em destino. Mas já parou para pensar que toda a nossa história foi uma linha traçada pelo destino? Não fosse ele, qualquer outra decisão teria nos afastado. E penso que é o destino o culpado de a chuva cair agora. Não apenas lá fora, mas na minha vida. Vem tempestade por aí. E isso me dá medo.

Lembrei agora de quando comprei aquelas passagens. Eu poderia ir para qualquer parte do Brasil, mas algo me chamava à São Paulo. Era o destino. Além disso, ele me fez escrever aquela primeira carta, o meu email para você. Lembra disso? E o destino me fez reencontrar minha profissão. Estava mais que escrito, estava cravado em uma pedra que era hora de voltar. Você me fez ficar.

Não me diga que não é culpa do destino! Claro que é! Ele me fez perceber que tudo o que fizemos de errado deu certo no final: eu amo você de um jeito diferente, agora. Eu amo você pelo que construímos juntos e por tudo o que você me deu.

A culpa, na verdade, é daquela noite estrelada em que sentamos na areia da praia e tudo o que eu tinha era um relance do seu rosto levemente iluminado pela lua, quando você virou em minha direção e a brisa trouxe seu perfume a mim, e então você disse que não dava mais pra continuar, que a gente tinha que lembrar que tudo havia dado certo, por um tempo. Eu senti vontade de chorar, mas o destino soprou no meu ouvido e então eu percebi que não deveria desistir de você, mas da dor que aquilo poderia me causar.

Percebi que aquelas suas palavras eram a melhor coisa que alguém poderia ter me dito. E que eu poderia ter você em minha vida de outra forma. Pois bem... lá vem novamente o destino. Você foi cúmplice dele e nem percebeu. Ainda não acredita em destino? Como me explica então o fato de que nossa história se reverteu e você me trouxe estrelas? Estrelas de muitos nomes: Mônica, Katy, Christine, Yve, Samantha, Satine, Lindinha.

E só tenho uma coisa para dizer: obrigado! A culpa é sua, é da noite, é das estrelas...

Mas parece que não é pra ser... pelo menos não agora. E então, Sr. Destino, me responda: quando vou ver estrelas novamente?

Em meio à histeria carnavalesca da periferia, a gente samba com os dedos, escrevendo poesia... Em meio a tantos laços entrelaçados nas ...

Em meio à histeria carnavalesca da periferia, a gente samba com os dedos, escrevendo poesia...
Em meio a tantos laços entrelaçados nas serpentinas, me lanço num laço e entrelaço meu coração em ti.
Estou em euforia, em simpática sintonia, harmonia e alegria.
É meu jeito torto maroto de dizer sem temer que assim eu amo você!

Imagem: Silvia Navarro Despedidas. Nunca parece ser algo bom. Sempre que possível, não escolha despedidas. Entenda como um ...

Imagem: Silvia Navarro


Despedidas.

Nunca parece ser algo bom.

Sempre que possível, não escolha despedidas. Entenda como um 'até logo'. Ou faça parecer assim. Ele demonstra ser o menos pior possível. Com o 'até logo' você sabe que a pessoa continuará pensando em você. E você, nela. O 'até logo' permite que um esteja na porta de saída, esperando pelo outro, qualquer dia desses, após a aula ou o expediente. Permite, também, que uma ligação seja dada, uma carta, mesmo que virtual, seja enviada. Nesse mundo tão conectado, há os modernos 'orkuts', da vida: Facebook, Twitter, Instagram, Whats App... basta ter a coragem de enviar a mensagem. Pode ser um "tô com saudade", um "você faz falta" ou até mesmo aquele "parabéns pela belíssima derrota do seu time, hahaha". Apenas envie.

***

As nove pessoas já estavam à mesa. Seus olhares tristes denunciavam a despedida que viria pela frente, o "até logo", melhor dizer. As mãos do dizente, trêmulas, tentavam, uma à outra, disfarçar a emoção que ele já encontrava nos semblantes ao seu redor. Tentativa frustrada, pois a caneta, pendente entre o indicador, o polegar e o papel, anunciava com vasta exatidão as lágrimas que logo beirariam seus olhos. E que procurou segurar até o fim.

A voz... ah, a voz! Eis a parte que mais gostaria de ter descrito, no momento. A voz, rouca, sumia conforme as palavras precisavam serem ditas. "Eu vou continuar por aqui", repetia ele, sorrindo, tentando encontrar forças para provar que sempre seria um 'porto seguro' aos seus pupilos. Mas a voz sumia, aos poucos. Com tamanho carisma, o tom alternava de inseguro para triste, de triste para alegre, de alegre para confiante, de confiante para docemente melancólico e então voltava a ficar inseguro, e triste, e alegre, e confiante...

Então não apenas o seu próprio olhar, mas todos os outros mareavam-se diante do discurso do fim. Ou não seria, este, o fim? Se não há despedida, não há final. Ceto? O 'até logo', transformou o fim em recomeço, em segundo passo, em um novo momento de colocar o pé na estrada com a possibilidade de olhar pelo retrovisor, almoçar no pit stop, encontrar atalhos para o retorno, mas seguir em frente, sempre. E não há problema se o vento o acompanhar. Afinal, da mesma forma com que ele pode fazer um cisco cair em seu olho, ele também pode fazer com que esse mesmo cisco saia.

***

Siga em frente. Que seguiremos você!


Imagem: Sweet Daydreamer Parece que você encontrou 'o amor da sua vida'. Não é nada do que você sempre sonhou, mas tudo o que v...

Imagem: Sweet Daydreamer
Parece que você encontrou 'o amor da sua vida'. Não é nada do que você sempre sonhou, mas tudo o que você precisa e gosta. Ou pelo menos aprendeu a gostar. Até os defeitos são belos, pois são únicos e verdadeiros e você os admira. E assim como você aprende, também ensina. E vocês se completam. Podem passar o dia todo juntos, mas chega em casa e recebe a mensagem dizendo 'já estou com saudade'... e então as borboletas em seu estômago se desdobram em revoadas: aquela sensação impossível de explicar e maravilhosa de sentir, que te dá asas ao infinito e te leva a uma viagem cósmica. Você está vivendo uma paixão.

E esta paixão é correspondida.

E então vocês começam um relacionamento longe da perfeição, mas o mais próximo possível da pureza dos sentimentos: tudo é sincero e verdadeiro. E quanto mais conhece o outro, mais tem a certeza de que se tem tudo. Você respeita e tem o respeito. Você ama e tem o amor.

Longe da perfeição, torno a dizer. Algo começa a dar errado e as frases clichês surgem: ‘não dá mais para continuar’, ‘não é você, sou eu’ ou ‘é o melhor para nós dois’. E tudo acaba.

Aquelas borboletas em seu estômago, que já estavam adormecidas com o tempo, dão lugar a enxurradas de complicações: há um embrulho ali, uma metamorfose invertida. O maravilhoso se transforma em estranho. Nasce um vazio em seu peito e uma dor que você acredita ser insuportável. E é. Parece ser, mas acredite: você está longe de ser a única pessoa no mundo a senti-la. E esta não será a única vez que borboletas alvoroçadas ou embrulhos remexerão seu estômago, mas viverá todas como se fossem únicas, porque não há nada mais gostoso do que viver uma paixão.

*Escrito em dezembro de 2012

Imagem: Google Sempre achei que ele fosse gay. No fundo eu queria achar, assim teria um motivo a mais para fazer dele o cara imposs...

Imagem: Google
Sempre achei que ele fosse gay.

No fundo eu queria achar, assim teria um motivo a mais para fazer dele o cara impossível para mim além de ele ser lindo, maravilhoso, perfeito, romântico, talentoso, rico e famoso, mas então [ah, sempre tem um 'mas', para continuar a história, ou torná-la mais interessante], descobri que ele não é gay. Ele continuaria fofo, lindo, perfeito, maravilhoso, gostoso, encantador e charmoso, mesmo se fosse, mas não é, e isso me coloca como 'alguém provável' de sair com ele, algum dia, quem sabe, talvez...

E eu tenho fantasias sexuais com meu ídolo.

Imagino a sua pegada, qual seu jeito de beijar e fazer carícias. Imagino seus truques de excitar uma mulher, de fazê-la alcançar o ápice. Imagino e fantasio. Desejo. Entrego-me em devaneios.

Entre um texto e outro, ele fala sobre sexo. Penso se ele se baseia em alguma experiência específica ou de forma geral. Gostaria eu de ser específica. Gostaria de ser descrita em seus textos. Gostaria que um dia ele contasse como chegamos em casa após uma noite tomando uns drinks no bar com os amigos, já alegres e extremamente risonhos, tropeçando pelos móveis da sala e deixando abajur e outras partes da casa segurarem as peças de roupas que apressadamente arrancamos de nossos corpos quentes, enquanto procurávamos um lugar para consumar a paixão: o sofá. 

E ele acordaria na manhã seguinte já na cama, feliz pela noite maravilhosa e por eu ainda estar dormindo. Então ele levantaria com todo cuidado para não me acordar e deixaria um bilhete, dizendo o quanto foi boa a noite, mas precisava seguir adiante.

E teríamos um final feliz: sem adeus e sem espera, como um romance de bar. Como todo romance deveria ser.



Capa do livro - Divulgação A cultura do Oriente médio chega a chocar os povos ocidentais. Num exemplo extremo, fere os princípios do fe...

Capa do livro - Divulgação
A cultura do Oriente médio chega a chocar os povos ocidentais. Num exemplo extremo, fere os princípios do feminismo. Os homens, que podem ter até quatro esposas, são machistas e se colocam à frente de qualquer decisão. As mulheres não têm voz, são subordinadas dos caprichos de seus pais ou maridos. É considerada de pouca sorte a família que tem como primogênito uma filha mulher. Quase todos os casamentos são arranjados. É neste cenário que encontramos Mariam e Laila, mulheres afegãs com sofridas trajetórias de vidas que se cruzam em Cabul. A guerra, a violência e o poder do homem sobre a mulher são fortes temas abordados pelo autor do best-seller O caçador de pipas, Khaled Hosseini, no livro A Cidade do Sol. "É isso que a vida reserva para nós, Mariam” - disse a mãe da menina – “E suportamos, temos que suportar”. Um estilo de vida ou um fardo?

Mariam é filha bastarda do patrão com sua empregada. Para fugir da humilhação pública, Kalil mandou Nana e o bebê para uma cabana isolada. Por quinze anos foi o pai atencioso e carinhoso, indo visita-la uma vez por semana. Mariam o amava, mas então percebeu que sua existência era vergonha deste rico homem. Com a morte da mãe, causada pelo desgosto, a jovem Mariam teve de se casar com o sapateiro Rashid, com mais que o dobro de sua idade, e foi com ele para Cabul. Rashid, calejado pelas trágicas perdas da primeira esposa e do primeiro filho, anseava outro herdeiro, mas, após sete tentativas frustradas, tornou-se a vergonha também do marido, alcançando sua indiferença.

Laila nasceu de uma família de classe média, que a guerra destruiu. Sem ter para onde ir, casou-se com Rashid, marido de Mariam. Vivendo sob opressão, tanto do marido quanto da sociedade talibã, Laila e Mariam criam forte laço, como mãe e filha, cúmplices, companheiras, de carinho e extremo amor uma pela outra. A jovem Laila, de uma geração posterior à de Mariam, encontra em seu amigo de infância um amante. A história se desenrola nesse misto de amor e ódio, em vidas cruzadas pelo destino.

Apesar de ser narrado em terceira pessoa, o livro conta a história segundo as visões das protagonistas Laila e Mariam, seus pensamentos, devaneios, aspirações e medos. O leitor sente que o autor pretende passar em cada frase, por ser real, por retratar as dificuldades das mulheres do Oriente Médio, a ideia de a mulher servir ao marido e gerar filhos, sem qualquer outro significado especial para sua existência. “Rashid tinha mudado desde aquele dia na casa de banhos. Às vezes, aparecia no meio da noite para fazer sexo. Tudo acontecia rapidamente e, nos últimos tempos, de forma brutal. Andava emburrado, achava defeitos na comida, queixava-se da bagunça no quintal e reclamava da mínima sujeira na casa”. Assim era a rotina após um dos abortos de Mariam.

O livro narra o contexto histórico da guerra do Afeganistão e vários problemas políticos enfrentados pela população dos anos 60 em diante, face às dificuldades das duas mulheres. “Durante o trajeto, viram casas de barro com telhados de sapê e campos pontilhados de feixes de trigo. Aqui e ali, naqueles campos poeirentos, Laila podia ver as tendas pretas dos nômades Kuchi. E, vira e mexe, carcaças queimadas de tanques soviéticos e helicópteros destroçados".

Guerra no país e guerra das duas mulheres contra o país, este pode ser o resumo do livro em uma linha.

Khaled Hosseini, autor da obra, tornou-se renomado escritor ao publicar O Caçador de Pipas, em 2003, com mais de 8 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. A Cidade do Sol foi considerado, segundo alguns sites, o segundo livro mais vendido de 2007/2008. As duas obras são fortes leituras, ambientadas no Afeganistão, com temáticas pesadas, porém prazerosas. Se lágrimas rolarem, junto ao ódio e compaixão, valerão cada momento.


A cidade do Sol, de Khaled Hosseini, 2007
Editora Nova Fronteira, 363 páginas – 7ª impressão
Tradução: Maria Helena Rouanet – Rio de Janeiro
Título original: A Thousand Splendid Suns

Uma mesma pessoa pode morrer duas ou três vezes? Há como escolher a hora, o local e a forma da própria morte? Coisas que parecem ser im...



Uma mesma pessoa pode morrer duas ou três vezes? Há como escolher a hora, o local e a forma da própria morte? Coisas que parecem ser impossíveis para você é mais do que possível para Quincas Berro D'agua, personagem do escritor baiano Jorge Amado.

Este livro narra a essência do nordeste brasileiro através das falas e costumes das intrigantes personagens de Amado. Quem está certo nessa história? Quem está errado? Quincas Berro está mesmo morto? Até quando? Mergulhe no negro humor de Jorge Amado.

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